Lance uma pedra e ela cai perto. Lance mais rápido e ela chega mais longe. Imagine velocidade suficiente para que, enquanto cai, a superfície curva se afaste na mesma proporção: essa é a intuição de uma órbita.
Sem força resultante, a velocidade seguiria tangente à trajetória. A atração central muda continuamente sua direção, curvando o caminho.
Em movimento circular uniforme, a aceleração centrípeta tem intensidade a = v²/r. Quanto maior a velocidade ou menor o raio, maior a aceleração necessária.
Órbitas reais podem ser elipses e sofrer perturbações. O círculo é um caso didático, não a forma de toda órbita.
RELEVÂNCIA HISTÓRICAO Livro I construiu relações matemáticas entre forças centrais e trajetórias. Isso preparou a aplicação do Livro III aos movimentos observados no Sistema Solar.